Câncer de Pele

O câncer de pele é o câncer mais comum em homens e em mulheres. Pode acometer todas as faixas etárias. Dependendo do tipo de pele do paciente, a incidência de câncer de pele pode ser ainda maior. Assim, o adequado acompanhamento de pacientes que tem ou já tiveram câncer de pele deve incluir uma equipe multidisciplinar com Cirurgião Plástico e com Dermatologista. Ambos disponíveis na Clinique Faria Lima.

Assim como outros tipos de cânceres, o tratamento do câncer de pele requer remoção do tumor. O cirurgião plástico remove , cirurgicamente, lesões cancerígenas e demais lesões da pele utilizando técnicas especializadas para preservar sua saúde e sua aparência. Embora nenhuma cirurgia fique sem cicatrizes, o cirurgião plástico fará o possível para tratar o câncer de pele sem mudar radicalmente sua aparência. Para algumas pessoas, a reconstrução pode exigir mais de um procedimento para que se obtenham os melhores resultados.


Câncer de Mama (Reconstrução Mamária)

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. O tratamento desse tipo de tumor quase sempre inclui a retirada de parte ou da totalidade da mama acometida (e, em determinados casos, da mama sadia também). Após a retirada de um tumor mamário, o volume, o formato e a posição da mama mudam muito. Assim, o objetivo da reconstrução mamaria é criar uma nova mama semelhante em forma e aparência à mama natural. Nesse processo, muitas vezes é necessário subir/levantar a mama sem doenças com o objetivo de manter as mamas o mais simétricas possível entre si.

A reconstrução mamária pode ser imediata ou tardia. Na reconstrução imediata, a mama é reconstruída logo apos a remoção do câncer e, assim, a paciente acorda com a nova mama já em posição, sem ter que passar pela experiência de se ver sem o seio. Na reconstrução tardia, a nova mama é feita meses após a retirada do câncer. Tal abordagem, assim como a imediata, também apresenta vantagens e desvantagens.

O cirurgião plástico pode empregar tanto o uso de próteses e expansores quanto o uso de retalhos da própria paciente para a confecção e montagem da nova mama. A escolha de qual técnica será utilizada depende não somente do tamanho do câncer retirado mas também do biotipo e do desejo da paciente.

O tipo de técnica ideal varia de caso a caso e é determinada em conjunto com o cirurgião plástico, o mastologista e a paciente.

Como para qualquer cirurgia, a indicação de cirurgia assim como seus resultados e suas limitações devem ser discutidas com a equipe médica.

Ginecomastia

Ginecomastia é o aumento do volume das mamas masculinas seja elo por aumento da glândula mamária ou por aumento de gordura no local. É uma condição relativamente comum e chega a afetar até 40 % dos homens. O aumento da mama poder se manifestar em apenas 1 lado ou ambas as mamas. Embora certas drogas e doenças poderem estar relacionadas ao desenvolvimento da ginecomastia, na maioria dos casos não há causa definida. Geralmente os homens ficam bastante incomodados com esse problema.
A cirurgia de correção da ginecomastia visa remover o excesso de gordura e/ou tecido glandular e, em casos mais graves, remover pele também. Assim, há casos em que somente uma lipoaspiração na região já é capaz de resolver a condição e há casos em que é necessária a remoção da glândula e/ou de pele através de corte.

O objetivo da cirurgia é gerar um tórax mais plano, definido e com melhor contorno.

A cirurgia deve ser realizada em hospital ou clínica especializada, dura em média 1 a 2 horas. A anestesia normalmente é geral ou anestesia local com sedação.

O tipo de técnica ideal varia de caso a caso e é determinada na avaliação e no exame físico feito pelo cirurgião plástico. Como para qualquer cirurgia, a indicação de cirurgia assim como seus resultados e suas limitações devem ser discutidas com seu cirurgião plástico.

Consulte seu cirurgião para determinar o que é o mais indicado para o seu caso.

Correção de Quelóides e Cicatrizes Hipertróficas

A cicatrização é um processo muito variável. São fatores que influenciam na cicatrização de cada indivíduo:
• idade - localização da lesão;
• origem da cicatriz (cirurgia prévia, cicatriz de acidente, cicatriz de acne, etc);
• tamanho e profundidade da ferida;
• se houve infecção prévia na cicatriz;
• tipo de pele;
• genética do(a) paciente.

Tanto quelóides quanto cicatrizes hipertróficas são consideradas cicatrizes patológicas. Elas se distinguem entre elas por uma série de características. Apesar de ambas serem consideradas “feias” e poderem dar dores e coceiras, o quelóide é alto e ultrapassa bastante os limites da cicatriz original. Já a cicatriz hipertrófica é alargada e menos alta.

O cirurgião plástico consegue muitas vezes melhorar o aspecto das cicatrizes através da Revisão Cirúrgica, também conhecida como Correção de Cicatriz. Frequentemente, para o adequado tratamento das cicatrizes patológicas, é necessário associar técnicas de ressecção cirúrgica com injeções de corticóide e até mesmo com betaterapia, uma espécie de radiação para cicatrizes.

O tipo de técnica ideal varia de caso a caso e é determinada na avaliação e no exame físico pelo cirurgião plástico. Como para qualquer cirurgia, a indicação de cirurgia assim como seus resultados e suas limitações devem ser discutidas com seu cirurgião plástico.

Consulte seu cirurgião para determinar o que é o mais indicado para o seu caso.